sexta-feira, 9 de junho de 2017

Cheguei em casa, fui lavar o rosto para tirar toda maquiagem e poder, finalmente, dormir. Pensei duas vezes, porque encarar as marcas de um mestrado não tem sido fácil. Mas fui em frente. O corretivo saiu no algodão e no espelho ficou um monte daqueles tons de cinza.
Aquele rosto, apesar de agora estar cercado por alguns cabelos brancos e um pouco mais de rugas, me lembrou das noites sem dormir da graduação. E me fez pensar sobre como a maioria de nós emenda os trabalhos acadêmicos sem pensar muito. Como eles conseguem sobreviver? Estou tão cansada que nem consigo dormir...

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